Arranca, de Cruz Alta, disputa semifinal do Gauchão de Basquete

A partir das 17 horas deste domingo, 27 de novembro, o Arranca de Cruz Alta inicia a busca por vaga na final do campeonato gaúcho de basquete. Para tanto, chega como “zebra” diante do Guarani de Venâncio Aires, o favorito do confronto. O duelo será realizado no Ginásio da Coopeva em Venâncio Aires. Quem passar desse confronto, encara o Caxias, que derrotou a Sogipa de Porto Alegre por 70 a 47 nesse sábado, 26. Cinco times iniciaram na primeira fase: Caxias, Sogipa de Porto Alegre, Guarani de Venâncio Aires, Corinthians de Santa Maria e o Arranca.

Cristiano Luiz da Silveira, técnico do Arranca, conversou com a Rádio Progresso sobre a semifinal e a história do Arranca.

Conforme ele, a história do basquete em Cruz Alta remonta os anos 80 com o clube Guarani. Hoje o trabalho é realizado por amigos apaixonados pela modalidade e que desenvolvem um trabalho social no ginásio da cidade, semelhante ao que o Ijuí Pró-Vôlei faz na colmeia do trabalho. Mais de 300 crianças de oito a 14 anos recebem orientação no esporte.

Para participação no Campeonato Gaúcho, o time foi abraçado pelo Clube Arranca de Cruz Alta. Com isso, foi possível ter um CNPJ e participar do campeonato. Essa parceria também ajudou no custeio das viagens. O Arranca é formado por 20 atletas mais a comissão técnica. Os jogadores são oriundos de municípios como Ijuí, Santo Ângelo, Santa Rosa Pelotas e Caxias do Sul, além da própria Cruz Alta e apenas um deles é remunerado.

O primeiro embate do Arranca no gauchão da modalidade foi contra o Corinthians de Santa Maria no dia 18 de setembro, fora de casa, e foi vencido pelos cruzaltenses por 76 a 60. Esse foi o jogo mais emblemático da campanha para o treinador:

A estreia foi promissora. O Corinthians é uma equipe tradicional, já disputava a três anos o estadual e é importante na modalidade. E nós vencemos lá… isso nos deu um ânimo diferente. Pô, nosso primeiro ano, uma equipe praticamente amadora, com pouco tempo de treinamento… isso nos possibilitou acreditar que dava para chegar na final”.

Sobre a representatividade do basquete na região, salientou a importância da Liga Noroeste, que é composto por cerca de 16 times.

Confira a entrevista completa no player abaixo

Também ouvimos o presidente da federação Gaúcha de Basquete, Rogério Caberlon. Segundo ele, o Estadual 2016 teve uma boa melhora, primeiro pelo aumento no número de times e depois pela data do certame. Caberlon afirma que, por enquanto, ainda não há possibilidade de haver jogos organizados pela Federação no ano inteiro.

Um fator limitante, obviamente, é o financeiro. A Federação basicamente apenas organiza o campeonato, que ocorre no segundo semestre. Não há patrocinadores. Há uma parceria com a Penalty, que vende as bolas utilizadas no campeonato a um preço mais barato:

A cada bola que a gente adquire, a Penalty passa outra de graça. Assim a gente consegue repassar aos clubes as bolas pela metade do preço, o que é uma boa ajuda já”.

Ele também falou sobre quais são as exigências para que os clubes possam participar da NBB.

Confira a entrevista completa no player

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